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sexta-feira, 26 de julho de 2019

Escorpião - nova temporada da peça



Hoje à noite: início da nova temporada de ESCORPIÃO. Agora na Sala do Coro do imponente e importante Teatro Castro Alves (TCA). Bora lá ver mais essa produção do Grupo ATeliê voadOR.

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Compartilhando / NOVA TEMPORADA                                                          .............................................                                              EsCOrPIãO
Teatro/Filme
2ª temporada

Após o grande sucesso da primeira temporada, Escorpião reestreia em Salvador
26 de Julho a 18 de agosto
Sempre às 20h - De quinta a domingo
Na Sala do CORO do Teatro Castro Alves [estacionamento no local]                                                                             
*** Venha desvendar esse misterioso assassinato e vivenciar uma experiência visual, sensorial e sonora. 

+18 [cenas de nudez e violência]




Da obra homônima de Felipe Greco 
Encenação Marcus Lobo
Com: Duda Woyda e Gleison Richelle
Realização da Ateliê Voador Teatro com parceria do Coletivo SALVA


 




Esta produção conta com 35 artistas interdisciplinares do Cinema, Teatro, Música, Arquitetura, Moda dentre outros profissionais que se beneficiaram desse projeto direta ou indiretamente, responsáveis pela bilheteria - carreto - alimentação - comunicação. Respeito aos profissionais das “Artes do Espetáculo”. Vá ao TEATRO.

segunda-feira, 24 de junho de 2019

Subterrâneos do desejo




Bem no dia do meu aniversário, chega da gráfica a caixa-luva, na qual também irão "embalados" os títulos da minha trilogia. Digo "também", porque as três obras poderão ser adquiridas "separadamente" ou a "coleção completa", dentro dessa caixa-luva.
  
Em breve, publicarei trechos e outras informações sobre esse trabalho que fechará um ciclo da minha ficção.

Na preparação, revisão, edição e produção editorial dos três títulos da trilogia SUBTERRÂNEOS DO DESEJO, para reduzir custos e ter maior controle sobre o resultado, cuidei de todo o processo: edição, projeto gráfico, diagramação, escolha de papéis, acabamentos, tudo foi feito por mim. Será uma edição bem caprichada, com acabamento de primeira. Por ser algo muito pessoal, eu teria que me comprometer com tudo até o fim, colocar uma “marca”.

Como eu disse, é a despedida de uma fase no trabalho de um contador de histórias; precisava, então, ser encerrada da melhor forma possível.

Se é loucura publicar atualmente qualquer livro? É, sim. Mas não sou de deixar nada pela metade. O que começo, também finalizo. Bem ou não tão bem como deveria ser, finalizo.

Foram quase dois anos de trabalho, e contei com parceiros maravilhosos, como o artista Cláudio Duarte, que produziu os desenhos em preto e branco para as capas de CAÇADORES NOTURNOS e ESCORPIÃO... e permitiu que eu os colorisse. Para O COVEIRO, não: trabalhei a arte da capa a partir de uma imagem mais recente do meu próprio crânio. Sim, também pude contar novamente com outros colaboradores que me acompanham desde o início: Ana Maria Barbosa, revisora, e Marcia Stecca, na parte gráfica.

Chega, então, o momento de botar os filhos no mundo.

Reduzi todos os custos para que os exemplares fossem vendidos a um preço justo. Será uma edição limitada, com qualidade para colecionador. O autor cuidando de toda a edição, o que não é comum na área.

Aqui, um aviso importante: as narrativas são um salto para dentro e, como diz o título da trilogia, no mais profundo do desejo sexual, sem fazer concessões (o que pode causar espanto e até escândalo). É uma literatura mais pesada, densa e tensa (ou texto marginal, como alguns costumam classificar). De modo que eu não gostaria de enganar os que me acompanham, admiram e curtem as publicações nas minhas páginas nas redes sociais e blogue. É uma obra dura, para mexer com aquilo que muitas vezes ocultamos de nós mesmos. Como declarei na apresentação de outro livro (RELICÁRIO, lançado pela GLS/Summus em 2009), escrevi essa trilogia “para mergulhar nos meus subterrâneos e arejar um pouco o meu ‘bau freudiano’ de totens e tabus”.

Uma catarse? Sim, pode ser para alguns. Para outros, um soco no estômago, uma provocação.

Recado dado.

Até mais...

sábado, 11 de maio de 2019

Subterrâneos do desejo



Hoje, levar ao palco um texto underground, como ESCORPIÃO, é um ato de coragem. 

Estive em Salvador apenas uma vez (e rapidamente; eu era passageiro de um navio, desci apenas para visitar o Pelourinho e o Mercado Modelo). Embora eu saiba pouca coisa sobre a montagem, é uma honra ver um texto meu, que teve a primeira versão concluída em 2010 em Niterói (RJ), receber agora, nove anos depois, uma espécie de “batismo” na Terra de Todos os Santos e em um teatro com uma história de resistência tão linda e importante.

O Teatro Vila Velha (www.teatrovilavelha.com.br) foi inaugurado em julho de 1964 (três anos antes do meu nascimento). A primeira peça apresentada foi ELES NÃO USAM BLACK-TIE, também primeira obra teatral escrita por Gianfrancesco Guarnieri (em 1958). Começava ali um tempo complicado para o nosso país, uma história de ditadura ainda bastante nebulosa. 

Se vamos enfrentar problemas com os hipócritas e moralistas de plantão? Não sei, pode ser que sim. Tomara que não; esse tipo de "confronto" já deu o que tinha que dar.  

Farei o possível para assistir à montagem, mas isso não depende só da minha vontade. 

Torço para que seja um trabalho dramaticamente impactante e bom para todos os envolvidos. 

Da trilogia SUBTERRÂNEOS DO DESEJO, que será lançada em breve e da qual ESCORPIÃO é uma das obras (junto com CAÇADORES NOTURNOS e O COVEIRO), começaremos a divulgar o material aos poucos nas redes sociais.

Vale lembrar que sou muito grato à antiga Funarte e ao valente (e importante!) Grupo Diversidade Niterói (GDN). Sem o Prêmio de Interações Estéticas e sem o acolhimento do pessoal do GDN, o texto seria apenas um esboço. Uma vontade. Não vingaria.

Avante, Companhia Ateliê Voador! 

Evoé!

Axé!

sábado, 13 de abril de 2019

A mulher do quindim




Já devo ter contado essa história, mas vamos lá... 

No ônibus, uma idosa muito simples disse para a amiga que tinha comido um quindim. 

“Um quindim!”, comemorou. “Um desses bem grandes que a gente só vê em propaganda!”

Havia comido com vontade e se lambuzado toda naquele desejo saciado. Fazia tempo que queria devorar o doce, mas não tinha condições de comprar. Estava radiante por ter cometido sua extravagância gastronômica.   

Encantado com aquilo, quase passei do meu ponto. 

Eu podia saltar e comprar um quindim para tentar repetir a experiência fabulosa que ela viveu. Naquele momento, por ser uma fase de vacas gordas (algo cada vez mais raro na vida dos ficcionistas), eu poderia comprar dois, três, uma caixa de quindins ou devorar um quindão inteiro... mas seria inútil. 

Ainda vou encontrar e me dar por satisfeito com o meu “quindim”. 

Que tapa na cara a tiazinha me deu! Já vivi mais de meio século, pode ser que eu ainda tenha tempo de encontrar um por aí, tão maravilhoso quanto o dela.

Bom final de semana!

Obs.: recebo críticas a todo instante por me recusar a dirigir automóveis. Sendo um cara solitário desde sempre, pra que vou me isolar mais ainda em uma lata ambulante, se são essas pessoas anônimas que me empolgam mais que tudo? Pode ser que eu coloque essa “mulher do quindim mágico” numa história. Um dia, talvez.


quarta-feira, 13 de março de 2019

Tá ruim? Calma; você ainda não viu nada!





Sou do tempo da Varig, quando serviam lanches, refeições e até vinho de qualidade nos voos (e para todas as classes). 
Neste último que fiz para a Bahia, nem amendoim com guaraná serviram aos passageiros. Lá pelas tantas, passou um carrinho oferecendo lanches, refeições etc., mas pagos. Diziam no sistema de som: 
“Mercado Latam para melhor servi-lo”. 
Ah, para! 
Que "diacho" é isso? 
Os funcionários ofereciam aquilo intimidados. Só faltou gritarem: 
“Eu podia estar roubando, matando, pedindo esmola... mas não, estou aqui, vendendo essas gororobas para enriquecer ainda mais a companhia, que já cobra até para carregar as malas de vocês, otários!”
Pois é... 
Aliás, por falar nisso... os exaltados da classe média, que detestavam encontrar com pobres em avião, daqui a pouco ficarão ainda mais enfurecidos por terem que dividir o banco do ônibus, da lotação ou da garupa da moto-táxi.
E vamos em frente, porque, se não formos, nos empurrarão ladeira abaixo. A esculhambação é geral no país da chacota e da pilantragem. Ah, sim... também da milícia empoderada!
Vai um cafezinho aí, (e)leitor?

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

Guerreiros de araque







Com os "defensores" de causas nobres e de grande estardalhaço, tenho algumas ressalvas. Muitas vezes, há os que defendem coisas maravilhosas à distância, mas desaparecem na hora de enfrentar uma questão importante local, como, por exemplo, um problema na rua, na casa ou no condomínio onde moram, um buraco na esquina, o farol que precisa ser colocado para evitar acidentes, uma criança que chora além do normal, um idoso que vive recluso, uma mulher que está sendo maltratada, um homossexual etc.

Ora, ser revolucionário de fachada, para mim, é “filhadaputagem”. Desculpem, mas é o que acho (e vejo muito disso por aí, infelizmente). Quem está disposto a brigar para melhorar o que de fato está errado tem que ter disponibilidade e coragem para causas de todos os tamanhos e tipos.

Há os guerreiros genuínos, claro. Porém o que mais se encontra é aquele que, para se sentir melhor do que realmente é, finge ser valente, “humano” e solidário com temas “midiáticos”. Agora, para assuntos mais próximos e também urgentes, nunca estão disponíveis, fogem, dão desculpas esfarrapadas, entram em pânico e se borram dos pés à cabeça.

Por isso, prefiro os ruins sinceros. Dos falsos bonzinhos (que se reproduzem pela internet numa velocidade espantosa), quero distância total. Já acreditei em alguns, não cairei mais nessa.

E antes que comecem a se manifestar os irônicos de plantão: não, não sou um bonzinho fajuto, mas também não sou um ruim hipócrita. Um exemplo de bondade, nunca fui, também nunca fingi ou quis ser santo. Mau? Cruel? Sim, de vez em quando, mas só com quem me provoca.

Fica o aviso!

domingo, 20 de janeiro de 2019

Glauber via longe






Eu gostaria de encontrar uma definição mais clara sobre “gente de bem”. Principalmente, depois das novas matérias sobre pessoas que se consideravam (ou ainda se consideram) “de bem” estarem agora envolvidas em feminicídios, outras agressões contra mulheres, negros, nordestinos, gays, crianças e idosos, também em casos de roubos, desvio de dinheiro público, pedofilia e todo tipo de barbaridade que elas próprias “condenavam” nas redes sociais, além de ajudarem a propagar notícias intencionalmente distorcidas sobre identidade de gênero, educação sexual nas escolas, feminismo, direitos humanos, cotas nas universidades etc. 

O cúmulo dessa ironia perversa é que os nazistas e os fascistas também se consideravam “gente de bem”. E até mais: “raça superior”. Os inquisidores: homens de Deus. Os césares mais sanguinários: divindades. 


Penso que se deva, antes da liberação das armas, definir muito bem o conceito de quem é “gente de bem” e quem é “criminoso disfarçado de santo”.


Será que a Polícia Federal terá condições de fazer sozinha essa triagem de quem é de “Deus e [quem é do] diabo na terra do sol”?



quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

Sem mira, mas com lubrificante







Vamos ver agora como ficarão os bate-bocas no trânsito ou nas saídas dos estádios e das baladas (sem falar nas brigas domésticas, que já são violentas). O Estado acaba de assinar a "confissão" de que não tem a menor competência (nem vontade) de desarmar os bandidos. Daí, por pressão da indústria do armamento (cujo lucro é maior ou tão fabuloso quanto o do narcotráfico e do jogo - talvez os da fé e da prostituição estejam bem à frente nesta lista, mas...), libera o "salve-se quem puder".

Enfim, uma vez que será liberado o uso/porte de armas e como bandido está mais treinado no manuseio disso que para eles é instrumento de "trabalho" desde muito cedo, sugiro que os interessados comprem uma, mas arranquem logo a mira e tenham sempre lubrificante por perto; vai doer menos quando eles lhe enfiarem o revólver no...

Calma! Logo vão entender como a frase termina.



quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

Dos achados e dos perdidos






Eu estava próximo ao Cemitério da Paz, aqui no Morumbi, quando duas senhoras, cheias de boas intenções, me abordaram de supetão:

“Jesus te ama, filho!”

No melhor do melhor de mim, devolvi a delicadeza:

“É? Que bom...”

Contentes com aquele meu espasmo de simpatia, elas se animaram e, revistas da religião delas em punho e versículos recitados com fervor, tentaram me convidar para um encontro de jovens:

“Tenho 51 anos...”, avisei.

“Mas é tão moço!”, uma delas disse admirada.

“Só de cara”, rebati.

A outra:

“Sou dez anos mais nova, e olhe só pra mim.”

Eu (não deveria ter dito, mas escapou):

“Muita igreja, talvez.”

Elas se entreolharam, riram contrariadas e, retomando a postura de recrutadoras de almas perdidas, ainda tentaram dar a última cartada:

“Temos que segurar na mão de Jesus, só o Cristo pode nos levar para o paraíso. Sabia que lá, no paraíso, vamos reencontrar todos os nossos amigos e parentes queridos?”

“Então é melhor eu ir para o inferno...”

“Credo!”, gritou a mais alta. 

“Não diga isso, filho!”, emendou a outra.

Por sorte, o sinal já estava fechando para os carros e abrindo para os pedestres. Aproveitei para finalizar:

“Já tô acostumado com o inferno e nesse paraíso aí não vai ter muita gente que conheci, não.”

Cruzei a rua. As duas mulheres ficaram do outro lado, olhando pra mim e cochichando. Evito, faço de tudo para fugir de situações desse tipo. Juro que não sou eu que corro atrás dessas histórias, elas é que me perseguem a todo instante pelas ruas.




terça-feira, 25 de dezembro de 2018

Mapplethorpe para maiores



Michelangelo e outros grandes gênios ampliaram horizontes da percepção humana. Não foram tão amados assim em vida. Não tão assumido quanto o seu rival Leonardo da Vinci, Michelangelo também era homossexual e as excentricidades do artista eram toleradas pela sociedade da época graças ao seu extraordinário talento. Ele e outros mestres estavam fora do tempo e do espaço. “Michelangelo, já idoso, ‘enquanto príncipes e pontífices rivalizavam em ofertas’ para ele, se tornava cada vez mais ensimesmado e mais exigente consigo mesmo. Escrevia poemas, e em algumas cartas escritas se vê que ‘quanto mais subia na estima do mundo, mais amargo e intransigente se tornava.’ Era amado e temido ao mesmo tempo, pois tinha um temperamento forte e não perdoava ninguém, superior ou inferior.” (Leia mais em: http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_secao=11&id_noticia=206020)

O temperamental Robert Mapplethorpe, na minha humilde opinião de fã de fotografia, fez o mesmo com suas lentes e modelos. Pornográfico e degenerado, diziam e dizem até hoje os puritanos. Ora, como a história sempre nos mostra que a voz do povo NÃO É a voz desse deus cujo filho dizem ter nascido hoje e foi executado por decisão da maioria em voto direto, que se danem as opiniões medíocres e geralmente equivocadas dos hipócritas! 

Quando estive em março deste ano em Nova York, quis muito, mas não tive tempo de ir ao estúdio de Mapplethorpe. Se eu voltar lá, será o primeiro lugar da minha lista.

Agora, felizmente, parece que o filme sobre a vida dele virá para o Brasil em 2019. Espero que sim.

Aqui, o trailer (se não tiver mente e olhos abertos, não assista):







sexta-feira, 30 de novembro de 2018

O prato nosso de cada dia




“Animal ou vegetal, um ser morreu em sacrifício para nos manter vivos. É esse o sentido maior de respeito e gratidão antes das refeições. Também a gratidão a todas as mãos que fizeram aquele alimento chegar até o seu prato.” Ouvi isso num documentário sobre religiões afros e fiquei pensando no que o sacerdote disse. Acredito que muitos também nunca pensaram nisso, porque sempre nos ensinaram a agradecer a Deus, o fulano lá de looooonge... 

Por isso, em algumas religiões, animais que servirão de alimento são mortos por especialistas, pessoas treinadas para aquele ato acontecer rápido e com o mínimo de sofrimento possível. Eles acreditam que, se o seu prato estiver com a dor e a agonia do animal, a comida não fará bem para o nosso corpo, nem para o espírito. Faz sentido. Porém em grande escala e com o lucro em primeiro lugar isso é impossível. Eu ainda consumo carne de grandes frigoríficos e outros itens de origem animal oferecidos por produtores gigantes. Estou muito longe dessa lucidez e evolução espiritual. Mas, quem sabe, um dia... 

Ainda menino, em uma fazenda de Uruguaiana, vi uma ovelha ser degolada para ser esquartejada e assada para o almoço de domingo. Tudo acontece muito rápido. Mas é difícil esquecer o olhar de pavor do bicho pendurado pelas patas traseiras. Algumas ainda estão agonizando quando já começaram a retirar a sua pele. Naquele almoço, não comi o churrasco. Depois, tentei não pensar mais na cena. Comprando em partes nos supermercados a gente finge que não sabe como tudo é feito. E muitos não sabem mesmo, nem querem saber... 

“Mas aqueles bichos são criados em cativeiro, não têm noção de nada”, é a justificativa que se ouve por aí.


Bem, se é assim, quando a ciência evoluir na área de transplantes etc., podemos criar humanos em cativeiro para abate e retirada de órgãos. Um clone de estimação, por exemplo, para que possamos arrancar e substituir os pedaços que falharem no nosso corpo. Ora, sem problemas. Afinal, eles foram criados ali para esse fim, não terão a menor noção de como é a vida lá fora.


Sem dúvida, é algo que vamos ter que rever com urgência. As religiões mais antigas já sabiam de tudo isso, mas foram “soterradas” pela nossa ganância. Predadores na natureza também abatem quase instantaneamente suas presas. É provável que eles também saibam que a dor deve ser evitada ao máximo. São mais evoluídos que nós por matarem apenas para saciar a fome, não para acumular cadáveres e negociá-los em pedaços, como nós fazemos (e cada vez em maior escala).